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Rússia ameaça suspender importação de carne dos EUA

A Rússia pode suspender as importações de carne bovina e suína dos Estados Unidos por causa de preocupações com o uso de ractopamina na ração, informou a Federação de Exportação de Carne dos EUA. O governo russo deu prazo até ontem para que exportadores americanos certifiquem que a carne bovina e suína foram testadas e confirmem que estão livre da substância. A exigência russa pode entrar em vigor hoje, disse Joe Schuele, porta-voz do órgão.

"As idas e vindas relacionadas à ractopamina na Rússia tinham cessado por um tempo", disse Schuele. "Agora eles reiteraram que vão impor uma exigência de documentação." O aditivo, proibido em outros países, é usado para tornar a carne mais magra.

Segundo ele, o serviço de vigilância veterinária e fitossanitária da Rússia anunciou uma política de tolerância zero para resíduos em carne suína há um ano e o país barrou importações de um produtor dos EUA em setembro após a substância ter sido detectada em um embarque, acrescentou. Em agosto, a Rússia disse que não importaria carne suína de 20 produtores brasileiros porque "não conseguiram fornecer informações adequadas sobre o uso de ractopamina", lembrou o executivo.

De janeiro a setembro deste ano, as vendas de carne bovina americana para a Rússia somaram aproximadamente US$ 242 milhões, alta de 25% sobre o mesmo período em 2011. As vendas de carne suína avançaram 14% no mesmo período de comparação, para US$ 208 milhões.

A Rússia é um dos dez maiores importadores dos dois tipos de carne dos Estados Unidos.

Já as importações de carnes de aves feitas pela Rússia aumentaram 34,9% nos primeiros dez meses de 2012 em comparação a igual período do ano passado, para 424.400 toneladas, impulsionadas pelo crescimento da demanda doméstica. 


Importação de gasolina pode chegar a 90 mil barris

A ineficiência produtiva e as limitações das refinarias obrigaram a Petrobrás a importar neste mês, que hoje termina, de 88 mil a 90 mil barris de gasolina, revelou ontem a presidente da companhia, Graça Foster. A quantidade é recorde no ano, mas deverá ser superada em dezembro, na previsão da petroleira.

Dezembro é o mês em que sempre ocorre o crescimento do consumo de derivados, por causa do início das férias escolares e das viagens de fim de ano. Essa condição histórica preocupa a Petrobrás, que considera a possibilidade de haver problemas logísticos se o número de barris importados superar os 100 mil.

Após participar pela manhã do Encontro Nacional: Mulher, Ciência e Tecnologia, promovido no Rio pela Petrobrás e pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), a Graça afirmou que espera para dezembro o aumento da importação ou, pelo menos, a estabilização das compras no exterior em torno de 90 mil barris. Ela evitou arriscar um número. A média deste ano, disse, é de 80 mil barris comprados no exterior todo mês.

"A tendência agora, férias, é ter um movimento bastante grande, né? Pode aumentar, sim. O consumo está sempre maior, sempre crescente. Até o final do ano a tendência é no mínimo ficar como está. Cair, não vai cair", disse ela em referência às importações até 31 de dezembro.

Graça reafirmou que não aguarda um reajuste dos combustíveis. Este ano, quando da confecção do Plano de Negócios 2012-2016, a companhia pediu 15% de aumento ao governo federal, seu principal controlador. A solicitação não foi atendida até agora. "Não tem previsão, não tem previsão", repetiu ela, para quem a Petrobrás, este ano, "está com as contas fechadas" e "muito bem com o caixa".

Investigação. Segundo a presidente, a companhia está à disposição do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para explicar a compra este ano da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. "Somos uma empresa estatal, com atividades enormes. Sempre que convocados estaremos falando, explicando, justificando, demonstrando."

A refinaria americana custou US$ 1,18 bilhão, 28 vezes mais do que o pago em 2005 pela ex-proprietária, a trading Astra, da Bélgica. O negócio está sob suspeita da Comissão de Minas e Energia da Câmara, que quer acionar o TCU para auditar as contas da Petrobrás, como o Estado revelou ontem.


Corte de impostos para minério na China não reduzirá importação

Um corte de impostos proposto pela China para os mineradores de minério de ferro pode levar a preços mais baixos para a matéria-prima do aço, mas isso não deve reduzir as importações feitas pelo maior comprador mundial, uma vez que melhora pouco a competitividade de produtores domésticos.

A China também poderá enfrentar uma forte oposição ao plano de reduzir a taxa para mineradores locais para entre 10 e 15 por cento ante 25 por cento, por conta da potencial perda de receita para os governos locais, disseram autoridades da indústria e analistas.

A China é o maior produtor mundial da matéria-prima, com produção anual de mais de 1 bilhão de toneladas. A baixa qualidade de seu minério de ferro, no entanto, significa que ela depende fortemente de importações.

O país compra cerca de dois terços do minério de ferro negociado globalmente, com a projeção de que as importações deste ano superarem o recorde do ano passado, de 686 milhões de toneladas.

O corte proposto da taxa não fará "nem um milímetro de diferença" nas importações de minério de ferro da China, disse Rory MacDonald, corretor de minério da Freight Investor Services (FIS).

Outros analistas concordaram, dizendo que a medida de reduzir as taxas também não mudaria o status da China como um dos produtores de minério de ferro mais caro do mundo.

"Dado o lugar da China no topo da curva de custo global, reduzir o suporte de custo através de taxas mais baixas vai significar apenas que os preços vão cair, deixando os produtores domésticos na mesma posição de antes das taxas", disse Graeme Train, analista de commodities da Macquarie, em Xangai.

O custo de produção será reduzido em 12 dólares por tonelada no topo da curva caso a taxa seja cortada para 10 por cento, disse Train.

Mineradores chineses, cujas margens têm sido reduzidas pelo aumento dos custos de energia, mão de obra e requisitos ambientais, gastam entre 90 dólares e 130 dólares para produzir uma tonelada de minério de ferro, comparado com entre 30 dólares e 50 dólares por tonelada para grande produtores na Austrália e no Brasil.

"é apenas um gesto retrospectivo do governo para aliviar a carga dos produtores após um ano e meio difícil. Eu não vejo eles repassando isso para os preços, eles vão incorporar a redução potencialmente para ampliar as margens de lucro", disse MacDonald. 


Única droga para tratar doença rara tem importação proibida

Crianças e adolescentes portadores de uma doença rara de origem genética conhecida como cistinose estão sem tratamento adequado em todo o Brasil porque o único medicamento capaz de retardar a progressão da síndrome teve sua importação proibida pelo Ministério da Saúde.

A doença provoca acúmulo de cistina nas células, formando cristais que afetam órgãos como rins, fígado e baço, além de músculos, olhos e cérebro, e causa uma degeneração que leva à morte. Somente no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo cerca de 50 pacientes cadastrados estão sem receber as doses corretas porque o medicamento já está em falta.

O remédio, a base de cisteamina e com marca comercial Cystagon, só é produzido no exterior e teve seu pedido de registro negado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por não atender aos requisitos mínimos exigidos pelo órgão. O fabricante, Orphan Europe, entrou com recurso, que se encontra em análise.

Desde a edição da lei federal 12.401, de 28 de abril de 2011, que proibiu a importação de medicamentos sem o registro no órgão, o remédio está em falta - e o custo para cada paciente passa de R$ 3 mil mensais. As famílias de portadores que têm mais condições estão recorrendo à Justiça, mas a maioria das crianças é de famílias carentes. A falta de registro na Anvisa pode impedir que os médicos façam a prescrição para instruir a ação judicial.

Em novembro do ano passado, o HC alertou a Secretaria de Saúde de São Paulo para o risco de interrupção súbita no tratamento por conta da proibição da importação. Em janeiro, a secretaria encaminhou ofício ao presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, solicitando informações. De acordo com a secretaria, o pedido ficou sem resposta.

Contatada, a Anvisa informou que, mesmo com a lei federal, as Secretarias de Saúde podem continuar importando os medicamentos destinados exclusivamente ao uso hospitalar, em caráter excepcional, desde que não sejam revendidos. A secretaria, porém, assegura que em nenhum momento recebeu orientação da Anvisa a respeito da possibilidade de importação do medicamento em "caráter excepcional".

O coordenador do Grupo de Suporte à Cistinose Nordeste do Brasil, João César Mota, estima em 150 o número de pacientes no País. A doença impõe um ritmo duro de cuidados a pais e portadores. A medicação precisa ser fornecida de seis em seis horas, mesmo durante a noite, e nem sempre é aceita pela criança.

Também é preciso medir periodicamente a quantidade de cistina no organismo com a retirada de sangue ou do líquido medular. Como essa medição não é feita no Brasil, a amostra precisa ser mandada para um laboratório na Califórnia (EUA).


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